Alguns de nossos alunos
Depois de anos a
Flor Amarela conseguiu derrubar alguns preconceitos deixando de ser a "Escola de Doentes", tanto que hoje alguns alunos com dficuldades de aprendizagem, que não se adaptaram ao ensino regular frequentam a Escola sem discriminação.
Carlos Eduardo, Luiz Gustavo, Luiz Henrique - portadores da síndrome de down
Juliana
Portadora de paralisia cerebral, Juliana emocionou o país quando durante a matéria do Fantástico disse que seu sonho é um dia poder andar e que deseja ser médica. Hoje após concluir o ensino médio no Colégio Marista na proposta de educação inclusiva, se prepara para prestar o vestibular no próximo ano. É atendida pelos nossos técnicos da área de saúde.
Vanusa
Quando veio para nós, já adulta, Vanusa tinha os dentes inclusos e sentia muitas dores. Conseguimos que fosse atendida no Hospital das Clínicas em São Paulo, sua história de vida é muito triste, mas mesmo com todas as dificuldades, estamos conseguindo progressos.
Elaine: junto com Batista e João, é hoje funcionária da Polenghi. Indicada pela escola para trabalhar no Laticínios, no sistema de cota, surpreendeu a todos e hoje é uma funcionária respeitada e que já foi até promovida.
João Batista Noronha
Foi um dos primeiros alunos, hoje é funcionário da Polenghi e frequenta o curso noturno no Colégio Marista, casou-se e é pai. Deseja tornar-se poeta e compositor. Já treina para isso e um de seus poemas é uma homenagem à Flor Amarela.
Eu valorizo a Escola Especial Flor Amarela
Eu gosto da Flor Amarela
Eu era um menino, olhando na janela o caminho
sozinho...
sem carinho...
Fui estudar
e agora não consigo mais parar
não consigo abandonar a Flor Amarela
Eu adoro estudar trabalhar na escola gentil,
a melhor do Brasil...
Dione e Kleber
Deficientes visuais, aprenderam a tecer e hoje já tem uma profissão. Dione consegue distinguir as cores através da sensibilidade tátil.
Gilmara
Nosso anjo de asas quebradas hoje voa livremente junto ao Pai. Gilmara deixou nosso convívio, mas sua lembrança e seu sorriso sempre estarão conosco.
Aparecida
Vive na zona rural, mas frequenta a escola diariamente. Falou até os 11 anos, quando parou de falar sem qualquer razão e seus pais não se interessaram em descobrir o porquê. Após mais de 30 anos, sua mãe, a falecida Sá Nica trouxe Aparecida para Flor Amarela e em um mês ela começou a falar num acesso de fúria, porque não queria ir embora da Escola. Desde então não parou mais e hoje arrisca até fazer discursos."

Jonathan
12 anos de idade, é portador de hipotireoidismo e necessita de um tratamento específico. Hoje, graças ao atendimento recebido já melhorou sua postura, está mais esperto e começa a dar os primeiros passos.
Carlinhos
Aluno do ensino profissionalizante, que sabe dos seus direitos e deveres como cidadão, formou-se na escola especial e hoje é aluno do2º grau no EJA do Colégio Marista, na proposta de Educação Inclusiva. Carlinhos tem personalidade, determinação. Recentemente se recusou a trabalhar na Polenghi, porque deseja se dormar primeiro.
Tim
Encontrou a alegria de viver na Flor Amarela, detestava as férias e feriados escolares. Mais um de nossos anjos que hoje voa livremente junto ao Pai. Tim deixou nosso convívio, mas sua lembrança e seu sorriso sempre estarão conosco.